domingo, 9 de outubro de 2011

Zebras de Burchell na Malelane Road

Fechando as fotos do bando de pastadores na Malelane Road, Zebras de Burchell, incluindo filhote.

To finish with the picture of the herd of grazers in Malelane Road, Burchell's Zebras, with cub.


Rinocerontes Brancos, Gnus-Azulados e filhote de Zebra de Burchell na Malelane Road

Nesta foto, temos em primeiro plano um lindo filhote de Zebra de Burchell, com suas listras ainda amarronzadas e penugem nas costas. A posição dos dois Rinocerontes, um de costas para o outro, também cria uma bela composição, ainda mais com os chifres sobressaindo. Um Gnu e um filhote se insinuam pela direita... E os dois Gnus ao meio? Qual o significado de seu contato?

In this picture, we have in the front plane a beautiful cub of Burchell's Zebra, with its stripes still brownish and its fluff hair in the back. The position of the two Rhinos, back to back, also creates a nice composition, especially with the horns. A Wildebeest and its cub enters at the right... And the two Wildebeests in the middle? What does their contact mean?

Rinocerontes Brancos e Gnus-Azulados com filhotes na Malelane Road

Esta ainda é uma visão do bando de pastadores na Malelane Road, mostrando dois Rinocerontes Brancos e Gnus-Azulados com filhotes. Há também uma visão bonita da savana ao fundo.

This is still a view of the herd of grazers in Malelane Road, showing two White Rhinos and Blue Wildebeests with cubs. There is also a beaufitil view of the savannah in the background.

Gnu-Azulado com filhote na Malelane Road

Um Gnu-Azulado com um filhote meio escondido, em meio ao bando de pastadores na Malelane Road. As fotos não estão muito boas por causa da distância.

A Blue Wildebeest with a half hidden cub, among the herd of grazers in the Malelane Road. The picture are not that good due to the distance.

Rinoceronte branco pastando - Malelane Road

Um Rinoceronte Branco pastando em meio ao bando que encontramos na Malelane Road.

A White Rhino grazing among the herd we found in Malelane Road.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Visão geral do bando misto de pastadores na Malelane Road

Primeiro, uma visão geral do bando de pastadores, com os quatro Rinocerontes Brancos, três Gnus com um filhote e um lindo e pequenino filhote de Zebra.

First, a general view of the herd of grazers, with the four White Rhinos, three Wildebeests with a cub, and a beautiful and quite small Zebra cub.

Malelane Road (H3)

Após a parada em Afsaal, não esperamos muito e descemos um pequeno trecho da Malelane Road (H3), rumo à Mlambane Road (S118). Para ver o caminho, http://www.gomag.co.za/kruger/game_viewing_areas/game_viewing_berg_en_dal.html

Havíamos lido que não valia muito a pena deslocar-se em busca de animais nos horários mais quentes do dia, entre 11 e 15 horas. Nossa ansiedade de ver mais animais era tanta, contudo, que resolvemos arriscar. E fomos recompensados! Tanto que, em todos os dias que seguiram, parávamos só um pouco para descansar após o almoço e já saíamos em busca de animais.

Como nossa intenção era usar estradas de terra o máximo que pudéssemos, descemos a Malelane Road só o suficiente para encontrar a Mlambane Road. Ela nos reservava, contudo, mais um grande evento desse primeiro dia completo no Kruger: o encontro com o primeiro bando misto de pastadores, algo tão típico da savana africana. Ali estavam 4 Zebras de Burchell (Equus quagga), incluindo um filhote; 11 Gnus-azulados (Connochaetes taurinus), com 3 filhotes; 4 Rinocerontes Brancos (Ceratotherium simum); muitas Impalas (Aepyceros melampus) e 1 ave, Wattled Starling (Creatophora cinerea), cujo nome vulgar em português não encontrei. Todos se beneficiando da mistura de animais diferentes e dos grandes números, como meio de diminuir as chances de predação.

Uma curiosidade sobre os Rinocerontes Brancos: eles não se diferenciam do Rinocerontes Negros (Diceros bicornis) pela cor. Eles são ambos acizentados. Para diferenciá-los, é preciso olhar o formato dos lábios. No Rinoceronte Branco, eles são retos, enquanto no Rinoceronte Negro, eles são estreitos, mais pontudos. A diferença decorre de adaptações para dietas diferentes: o Rinoceronte Branco pasta grama rasteira, enquanto o Rinoceronte Negro come folhas de arbustos. Isso permite identificar qual espécie passou por um local pelas suas fezes, como fez um dos guias em nossa caminhada a pé pela savana (da qual falaremos mais adiante), no leito seco do Rio Timbavati. Outra diferença importante: Rinocerontes Negros são mais agressivos do que Rinocerontes Brancos. Infelizmente, não vimos Rinocerontes Negros no Kruger. Eles são bem menos numerosos do que os Rinocerontes Brancos, não somente ali, mas de modo geral. Em 120 blocos de contagem escolhidos aleatoriamente, em 2007, foram visualizados 55 Rinocerontes Negros contra mais de 600 Rinocerontes Brancos. Este é um resultado preocupante, visto que uma população fundadora de 90 animais foi introduzida no parque entre 1970 e 1990. Não é, contudo, surpreendente, visto que os rinocerontes são hoje os animais mais caçados no Kruger (não é permitido caça lá), em decorrência do mercado chinês, vietnamita e tailandês, que consome chifres de rinocerontes como suposto remédio contra impotência (evidentemente, nada além de analogia superficial) e câncer. Eles têm sido abatidos de helicópteros, têm os chifres retirados, e são deixados para morrer de modo agonizante ou já mortos sem seus chifres. Um horror! Há um grande esforço das autoridades do parque para controlar a caça, mas é difícil pela sua vastidão. O melhor controle seria, sem dúvida, não haver um mercado consumidor!

A África do Sul está analisando a possibilidade de legalizar a venda de chifres de rinocerontes para combater o mercado negro alimentado pela caça ilega. Não me parece boa idéia...

Nas próximas mensagens, colocaremos algumas fotos do bando de pastadores.

After the stopping at Afsaal, we didn't wait long and followed down a small part of the Malelane Road (H3), going to Mlambane Road (S118). To see the way, http://www.gomag.co.za/kruger/game_viewing_areas/game_viewing_berg_en_dal.html


We have read that it was not worthy going after animals in the hottest hours of the day, between 11AM and 3PM. Our anxiety to see more animals was such, however, that we decided to try. And it was rewarding! So much that, in all the following days, we stopped just for a while to rest after lunch and then went after animals again.

As our intention was to use gravel roads as much as we could, we went down Malelane Road just what was needed to reach Mlambane Road. It would give us, however, one more great event in this first full day in the Kruger: a meeting with the first mixed herd of grazers, something so typical of the African savannah. There they were, 4 Burchell's Zebras (Equus quagga), including a cub; 11 Blue Wildebeest (Connochaetes taurinus), with 3 cubs; 4 White Rhinos (Ceratotherium simum); many Impalas (Aepyceros melampus) e 1 bird, Wattled Starling (Creatophora cinerea). All of them benefiting from the mixture of different animals and the large numbers, as a way of decreasing the likelihood of predation.

A curiosity about White Rhinos: they do not differ from Black Rhinos Negros (Diceros bicornis) in color. They are both greyish. To differentiate them, one must look to the shape of the lips. In the White Rhino, they are straight, while in the Black Rhino, they are narrow, more pointed. The difference comes from adaptations to different diets: the White Rhino grazes  Rinoceronte Branco pasta grass in the ground, while the Black Rhino eats leaves in the shrubs. This makes it possible to identify which species passed through a place by its faeces, as one of the guides did in our walk on foot through the savannah (we will speak about it later), in the dry bed of the Timbavati River. Another important difference: Back Rhinos are more agressive than White Rhinos. Unfortunately, we did not see Black Rhinos in the Kruger. They are far less numerous than White Rhinoss, not only there, but in general. In 120 random counting blocks, in 2007, 55 Black Rhinos were seen against more than 600 White Rhinos. This is something to be worried about, since a founding population of 90 animals was introduced in the park between 1970 and 1990. But it is not surprising, given that Rhinos are today the most hunted animals in the Kruger (hunting is not allowed there), as a consequence of the Chinese, Vietnamese, and Thai market, where Rhinos horns are consumed as an alleged remedy against impotence (evidently, nothing but superficial analogy) and cancer. They are killed from helicopters, their horns are taken, and they are left to die, in an agonizing way, or already dead without their horns. An horror! There is a great effort of the park authorities to control hunting, but it is a difficult task given its size. No doubt the best control would be the inexistence of a consumer market!

South Africa is analyzing the possibility of turning the selling of Rhinos' horns legal in order to fight the black market nourished by illegal hunting. It doesn't seem a good idea...

In the next messages, we will put some pictures from the herd of grazers.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Aafsal

Campos de piquenique são realmente importantes numa viagem pelo Kruger. Como dissemos antes, não se pode sair do carro na maioria dos lugares, o que não afeta em nada a emoção e diversão. Mas é ótimo, ainda assim, esticar as pernas, ir ao banheiro etc. Chegamos a Aafsal no final da manhã do dia 4 de janeiro. Realmente com fome após a viagem descendo a Voortrekker Road.

Neste site, vocês podem ver onde fica Aafsal: http://www.gomag.co.za/kruger/game_viewing_areas/game_viewing_berg_en_dal.html

O campo era bem organizado e tinha aves que estavam por ali tentando comer algo que os visitantes deixavam cair, ou mesmo que os visitantes deixavam desavisados. No caso das aves, é realmente difícil evitar que elas comam alimentos destinados a humanos, dados seu oportunismo e facilidade de deslocamento.

Afsaal era um sítio de acampamento para caravanas do século XIX. Como lembrança dessa época, uma velha carroça é exibida no campo

Afsaal was a camp site for 19th century transport riders. As a reminder of that epoch, an old wagon is exhibited in the camp.

Picnic camps are really important in a trip through the Kruger. As we said before, we cannot leave the car in most places, what not really affects the emotion and fun. But it is great, still, to stretch our legs, go to the bathroom etc. We arrive at Aafsal at the end of the morning, at January 4th. Really hungry after the travel down Voortrekker Road.

In this site, you can see where is Aafsal: http://www.gomag.co.za/kruger/game_viewing_areas/game_viewing_berg_en_dal.html

The camp was well-organized and had birds that were around trying to eat something the visitors dropped, or even that they left unattended. In the case of birds, it is really hard to avoid that they eat food destined to humans, given their expedience and easy movement.

Na foto abaixo, vocês podem ver uma das construções feitas para abrigar os visitantes enquanto comem.

In the picture below, you can see one of the constructions made for the visitors to eat.


Este era um cachorro quente irresistível após as horas descendo a Voortekker Road.

This was an almost irresistible hot dog after the hours going down Voortekker Road.


Aqui está a velha carroça exibida no campo.

Here is the old wagon exhibited in the camp.



Registramos duas aves com nossas câmeras em Aafsal. Abaixo, vocês podem ver um Estorninho de Burchell (Lamprotornis australis), com seus lindos tons de azul, verde e preto iridescentes.

We registered two birds with our cameras in Aafsal. Below, you can see a Burchell's Starling (Lamprotornis australis), with its beautiful shades of iridescent blue, green and black.


Este, por sua vez, é um Calau Cinza Africano (Tockus nasutus). Este é um dos menores calaus, com 45 cm de comprimento, em média, e um chamado característico, pee-o, pee-o, pee-o. O bico é notável, como em todos os calaus, com destaque para o padrão serrilhado característico em sua parte inferior. Os olhos vermelhos são outra característica bela desta ave.

This is, in turn, an African Grey Hornbill (Tockus nasutus). It is one the smallest hornbills, with average 45 cm in length, and a characteristic call, pee-o, pee-o, pee-o. The  beak is remarkable, as in all hornbills, especially for the characteristic serrated pattern at the inferior part. The red eyes are another beautiful trait of this bird.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Voortrekker Road (H2-2)

Para finalizar o relato nossa primeira passagem pela Voortrekker Road, uma foto que mostra o aspecto geral dessa estrada de terra e a paisagem ao redor. Trata-se de uma estrada bem conservada e com cenários bonitos, que tem ainda a vantagem das estradas de terra no Kruger, menos visitantes e, logo, uma sensação maior de imersão na savana e mais paz para visualizar os animais quando os encontramos.

To end the report of our first passage through the Voortrekker Road, a picture that shows the general aspect of this gravel road and the landscape around it. This is a well-conserved road with beautiful scenery, and, also, with the advantage of gravel roads in the Kruger, less visitors, and, thus, a greater sensation of immersion in the savannah and more peace to see the animals when  we find them.


Voortrekker Road (H2-2) tem muito significado histórico. Ela foi nomeada em homenagem a Voortrekker Louis Trichardt, cujo filho, Carolus Trichardt, recebeu a incumbência do governo de Transvaal, em 1849, de abrir uma rota regular entre o interior ao norte e a Baía Delagoa, atual Baía de Maputo, em Moçambique. As caravanas de João Albasini eram as principais usuárias da estrada. Ele era um traficante de escravos e caçador de elefantes que veio para Lourenço Marques, atual Maputo, in 1813. As ruínas de seu posto de comércio podem ser vistos no Kruger, perto do portão Phabeni. Levava 24 dias para completar a jornada da costa até Pretoriuskop. A estrada foi melhorada em 1896 pelo comerciante Alois Nelmapius, para o transporte de bens para Lydenburg e Mac Mac, onde ouro havia sido descoberto.

O pequeno terrier Jock of the Bushveld (http://en.wikipedia.org/wiki/Jock_of_the_Bushveld), cuja estória foi escrita por seu dono, Sir Percy Fitzpatrick, nasceu nesta estrada.

A estrada desce da estepe ácida (sourveld) de Pretoriuskop, cheia de penhascos, para florestas mistas de Combretum (mixed bushwillow woodland). Depois, a estrada segue uma linha de estepe espinhosa (thornveld) até Afsaal, na qual as gramíneas são mais palatáveis do que na estepe ácida e mais vida selvagem pode ser facilmente vista. Para mais informação sobre a notável diversidade da savana no Kruger (exatamente como no caso da Caatinga, no Nordeste do Brasil, você não compreende quão variável a savana é até que você vai lá), ver a explicação das ecozonas do Kruger em http://www.sanparks.org/parks/kruger/conservation/scientific/ff/


Uma série de atrações geológicas é encontrada no caminho. O principal marco é Ship Mountain (662m), usada como auxílio para a navegação pelos primeiros viajantes. Ela é geologicamente distinta do relevo de granito ao redor porque é feita de gabbro, próximo do basalto, mas mais duro do que ele. Uma velha história conta que esta montanha era usada como um forte pelo povo Sotho no século XVIII para se proteger e ao seu gado de invasões dos Swazi, vindo do sul. De acordo com a história, os guerreiros Sotho escondiam sua família e seu gado nas cavernas no alto da Ship Mountain e então usavam rochas para impedir que os Swazi chegassem ao topo. Ao pé da Ship Mountain, havia um posto de comércio gerido pelo chefe Manungu, que era parte do império comercial de João Albasini.

Ship Mountain pode ser vista nas fotos abaixo, uma delas tirada da estrada, a certa distância. Nós vimos muitas andorinhas voando ao redor de Ship Mountain neste dia, mas não as fotografamos. Temos um filme delas, mas ainda estamos trabalhando em nossos filmes.
 
Voortrekker Road (H2-2) has a lot of historical significance. It  was named after Voortrekker Louis Trichardt, whose son, Carolus Trichardt, was commissioned in 1849 by the Transvaal Government to open up a regular route between the northern interior and Delagoa Bay, today Maputo Bay, in Mozambique. João Albasini’s caravans were the main users of the road. He was a slave trader and elephant hunter who came to Lourenço Marques, current Maputo, in 1813. The remains of his trading post can be seen in the Kruger, nearby Phabeni Gate. It took 24 days to complete the journey from the coast to Pretoriuskop. The road was improved in 1896 by the trader Alois Nelmapius for the transport of supplies to Lydenburg and Mac Mac, where gold had been discovered.

The little terrier Jock of the Bushveld (http://en.wikipedia.org/wiki/Jock_of_the_Bushveld), whose story was was written by his master, Sir Percy Fitzpatrick, was born in this road.
 
The road descends from the hilly Pretoriuskop sourveld into the mixed bushwillow woodland. Subsequently, the road follows a line of thornveld to Afsaal, where the grass is more edible than the sourveld and the wildlife can easily be seen. For more information on the stunning diversity of savannah in the Kruger (just as in the case of the Caatinga, in Northeast Brazil, you do not realize how variable the savannah is until you goes there), see the explanation on the Kruger ecozones in http://www.sanparks.org/parks/kruger/conservation/scientific/ff/

A number of geological features are found in its way. The main landmark is Ship Mountain (662m), used as a navigational aid by early travellers. It is geologically distinct from the surrounding granite countryside because it is made up of gabbro, a hardier relative of basalt. An old tale tells that this mountain was used as a fort by the Sotho people in the 18th century in order to protect themselves and their cattle against Swazi raiders coming from the south. According to the story,  Sotho warriors hid their families and livestock in the caves on the top of Ship Mountain and then use rocks to stop the Swazi from getting to the top. At the foot of Ship Mountain there was a trading store run by Chief Manungu, which was part of João Albasini’s trading empire.

Ship Mountain can be seen in the pictures below, one of them from the road at a distance. We saw a lot of swallows flying around Ship Mountain that day, but we did not photograph them. Rather, we filmed them, but we are still working on our films.



Hoje vemos uma série de animais nesta área do parque, mas foram reintroduzidos, uma vez que, por volta de 1900, quase todos haviam sido caçados. Esta é uma história que mostra por si só a importância da conservação. A conservação da fauna e flora se torna mais provável, contudo, quando ela é integrada com o tratamento de questões sócio-ambientais. Uma estratégia bem sucedida pode ser tornar o ecoturismo uma fonte de recursos importantes, como no caso da África do Sul. Somente o Kruger recebe mais de meio milhão de visitantes por ano, e o afluxo dos visitantes depende, fundamentalmente, do sucesso de conservação. No entanto, é também um fator de risco a ser cuidadosamente controlado, para que a conservação seja bem sucedida. A conservação no Kruger pode ser considerada relativamente bem sucedida, embora enfrente problemas, decorrentes, por exemplo, do fato de que se trata de um parque estreito, embora longo, com muito efeito de borda e de que está inserido numa matriz de paisagem dominada por atividades humanas, o que significa, por exemplo, que os rios que o cortam atravessam, em sua maioria, regiões populosas, o que aumenta as possibilidades de contaminação. Mais detalhes podem ser encontrados em Du Toit, J. T. et al. (Eds.). (2003). The Kruger Experience: Ecology and Management of Savannah Heterogeneity. Washington, DC: Island Press.

Today, we see a series of animals in this are of the park, but they were reintroduced, since, around 1900, almost all of them had been hunted. This is a story that shows by itself the importance of conservation. Fauna and flora conservation becomes more likely, however, when it is integrated with the treatment of socioenvironmental issues. A well-succeded strategy is to turn ecotourism into a source of important resources, as in the case of South Africa. Only the Kruger receives more than a half million visitors per year, and the number of visitors crucially depends on conservation success. However, it is also, in turn, a risk factor to be properly controlled, if conservation is to be successful. Conservation in the Kruher can regarded as relatively well succeeded, although faces problems, resulting, for example, from the fact that it is narrow park, although long, with a lot of edge effect, and is embedded in a landscape matrix dominated by human activities, what means that most rivers that cross it, for instance, pass throught populated regions, increasing the likelihood of contamination. More details can be found in Du Toit, J. T. et al. (Eds.). (2003). The Kruger Experience: Ecology and Management of Savannah Heterogeneity. Washington, DC: Island Press.

Ao final da Voortrekker Road, encontra-se o campo de piquenique Afsaal, onde se pode sair do carro, descansar, ir ao toilete, comer alguma coisa.Isso é importante porque, lembrem-se, não se pode sair do carro na maioria dos lugares no parque.

At the end of the Voortrekker Road, we find Afsaal picnic camp, where we can leave the car, rest, go to the bathroom, eat something. This is important since, remember, we cannot leave the car in most places in the park.

domingo, 2 de outubro de 2011

Speke's Hinged Tortoise na Voortrekker Road

Uma bela visualização na Voortrekker Road foi esta Speke's Hinged Tortoise (traduzindo, tartaruga articulada de Speke). Na primeira foto, tirada sem zoom, vocês podem ver como ela era pequenina... Uma norma fundamental no Kruger vem à tona quando vemos um animal tão pequeno cruzando a estrada: não se deve dirigir a mais de 40Km por hora nas estradas de terra, nem a mais de 50Km nas de asfalto. Outro fator relevante é o de que, nas estradas de terra, circula muito menos carros do que nas de asfalto, o que torna mais segura a travessia para os animais. Não que não morram animais atropelados, mas em 14 dias vimos somente três animais atropelados, e eram pequenos, um camaleão e duas serpentes.

Esta tartaruga tem uma ampla distribuição, sendo encontrada nas savanas da Àfrica central e oriental, e no sul da África. Sua dieta é variada, incluindo frutas, cogumelos, caramujos gigantes, besouros e milípedes.

A beautiful sighting in the Voortrekker Road foi esta Speke's Hinged Tortoise. In the first picture, taken without zooming, you can see how small it was... A fundamental norm in the Kruger comes to the fore when we see such a small animal crossing the road: you shouldn't drive at more than 40Km per hour in the gravel roads, and 50Km in the tar roads. Another relevant factor is that much less vehicles circulate by the gravel roads, in comparison to the tar roads, making crossing safer for the animals. Not that animals are not killled, but in 14 days we saw only three animals killed in the roads, and all were small, one chameleon and two snakes.

This tortoise has a broad distribution, being found in the savannahs of central and eastern Africa, and in the south of Africa. Its diet is varied, including fruits, mushrooms, giant snails, beetles and millipedes.